o inferno está nas pessoas.

Eu não sou a minha ansiedade

passaro-selvagem:

Meu coração acelera, meu corpo todo treme, enquanto meus pensamentos me atormentam. É difícil controlar a ansiedade quando ela chega sem avisar e, simplesmente, me invade.

Sinto um turbilhão de sensações me atingir.

Ao mesmo tempo que eu quero me afastar de todos, eu preciso saber que se importam e me entendem. Quando falo que quero me afastar, não é que não me importo, eu apenas tenho medo de não me controlar e acabar magoando quem está por perto.

Quando a ansiedade vem e se instala, ela me sufoca e me deixa sem ar. É difícil respirar. Tudo se torna uma grande confusão, um emaranhado de sentimentos. Pois não consigo entender como posso ficar tão mal ao ponto de não querer mais viver.

Dói. E eu não desejo para ninguém a dor que eu sinto, o aperto no peito, toda vez que os fantasmas do passado aparecem para me atormentar. Parece que eles sentem quando estou exposta, sem qualquer tipo de proteção, e chegam de mansinho e me fazem reviver tudo outra vez.

É preciso ser forte para não me deixar sucumbir e entregar os pontos. Por isso que eu sempre falo para eu mesma:

“Eu não sou a minha ansiedade. É só mais uma crise, vai passar.”

Apenas um desabafo, Nessa Cross.

acaso:

amores impossíveis são eternos

esforcando:

você vai sentar-se comigo esta noite e falar sobre tudo, sob o céu?

ambiguities:

Saying “I love you” doesn’t fix anything or remove any of the things you said.

poetologia:

“O que está no rosto de uma pessoa nem sempre está em seu coração.”

Young Sheldon